O momento exato em que um policial atirou, do último andar de um prédio, no assaltante que fez uma mulher refém numa farmácia na Tijuca, na Zona Norte do Rio, foi flagrado por um cinegrafista da TV Globo.

A refém, que era a dona de uma farmácia, se abaixa várias vezes, passando mal e demonstrando muito nervosismo. Os policias tentavam negociar, mas o assaltante tirou o pino da granada por duas vezes.

O atirador da polícia aproveita o momento em que a refém se abaixa completamente, mas ainda entre os braços do assaltante, e dispara o tiro de fuzil na cabeça do criminoso, que morreu.

“O objetivo era sair com ele preso, mas como ele queria sair dali, ele começou a se demonstrar cada vez mais agressivo. Ele tirou o pino da granada a primeira vez, na segunda vez que ele ameaçou efetuar o lançamento da granada – e como é uma granada de guerra, a vitima e ele seriam atingidos – nós decidimos por neutralizar, que é da negociação tática”, afirmou o comandante do 6º BPM (Tijuca), tenente-coronel Fernando Príncipe, argumentando o uso do atirador de elite.

Veja no vídeo abaixo o momento exato que o assaltante é atingido

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0704_steve_mcnair_g_bnSteve McNair, jogador do Tennesse Titans foi achado morto hoje, no Tennesse, EUA, segundo o site TMZ.

McNair levou um tiro fatal na cabeça, no centro da cidade de Nasville. Outra vítima do sexo feminino também foi achada morta no local do crime.

Em 2003, McNair foi eleito o MVP, o jogador mais valioso, da liga americana, além de participar três vezes do Pro Bowl, o jogo das estrelas da liga profissional de futebol americano.

Cerca de 30 integrantes de uma facção organizada do Fluminense  invadiram o treino da equipe na tarde desta terça-feira, nas Laranjeiras. A atividade mal havia começado quando os “torcedores” entraram no gramado e partiram para cima dos jogadores. Na confusão, Diguinho levou um soco no estômago. 

O volante teria sido agredido por ter respondido de forma pouco elegante a uma pergunta do chefe da facção, que indagou por que Diguinho estava indo sempre a uma boate conhecida da Zona Sul

 – Pô, chega de Baronetti, né? Todo dia lá é f… – disse o agressor.

 

 – Ah, não enche. O dinheiro é meu ou seu? – teria respondido o jogador.

 

Antes que a situação piorasse, seguranças deram dois tiros para o alto. Para ajudar a manter a ordem, dez policiais militares foram chamados. Após a confusão ser contornada, os jogadores voltaram a treinar, entre eles Diguinho. O coordenador de futebol do clube, Alexandre Farias, e o vice-presidente de futebol, Tote Menezes, tiveram que dar satisfações para os integrantes da facção, que estenderam uma faixa com a frase: “O time não merece a torcida que tem”.

 

A diretoria soube pela internet que o protesto ia acontecer. Por isso a segurança no clube foi reforçada. Tanto que o homem que atirou não estava identificado com a camisa do Fluminense. Ele foi contratado para trabalhar apenas nesta terça-feira.dig