pd2007barrichello015Antes do anúncio oficial da Williams, Rubens Barrichello confirmou, na manhã desta segunda-feira, a transferência para a Williams na temporada 2010. O brasileiro está na sede da equipe inglesa, na cidade de Grove, e disse que espera conquistar seu tão sonhado título da Fórmula 1 no time chefiado por Frank Williams e Patrick Head.

– O ano de 2009 foi fantástico. Só ouvíamos falar em McLaren e Ferrari e teve a RBR e a Brawn. Espero que o ano que vem seja muito bom para a Williams. Eles estão muito confiantes no novo motor. E com toda minha experiência e vontade é um conjunto bom para o ano que vem. Mas é dificil saber o que vai acontecer. O importante é ressaltar que me sinto bem, fui muito bem recebido. E o carro da Brawn me fez voltar ao clclo da vitória e e espero que a Williams seja assim também e me dê o sonhado campeonato – diz Barrichello, em entrevista à rádio Jovem Pan.

O brasileiro disse que sempre quis trabalhar na equipe inglesa e ficou satisfeito em poder trabalhar com Frank Williams, dono do time. Ele disse que o ano da Williams foi difícil, mas que ela contava com um carro competitivo.

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3Mesmo sem a chuva que sábado esteve forte em Interlagos, a corrida foi muito movimentada, cheia de variações, principalmente no início.

Rubens Barrichello não conseguiu fazer um resultado suficiente para levar a disputa para Abu Dhabi e Button é campeão da Fórmula 1. O resultado deu à Brawn GP o título de Mundial de Construtores.

O australiano Mark Webber venceu a corrida com facilidade, com Kubica e Hamilton completando o pódio.

3A notícia mais esperada da Fórmula 1 foi, enfim, confirmada nesta quarta-feira. Fernando Alonso foi oficialmente anunciado como piloto da Ferrari. A equipe publicou um comunicado em seu site.

“A Scuderia Ferrari anuncia que chegou a um acordo com o piloto Fernando Alonso. O contrato cobre três temporadas, começando em 2010”, diz o primeiro parágrafo.

A equipe confirma que seus pilotos para a próxima temporada serão o espanhol, Felipe Massa e o italiano Giancarlo Fisichella, que será o reserva. Kimi Raikkonen deixará o time.

– Estamos orgulhosos em receber outro piloto vencedor, que demonstrou talento incrível ao conquistar dois títulos mundiais até agora. É claro, queremos agradecer a Kimi por tudo que fez em seu tempo na Ferrari – diz Stefano Domenicali, chefe da equipe, no texto.

Segundo a Ferrari, a saída do piloto finlandês, que tinha contrato até o fim de 2010, foi de comum acordo.

– Estou triste por deixar um time em que passei três anos fantásticos e venci muitas corridas. Sempre me senti em casa e terei muitas lembranças felizes do meu tempo na equipe – diz Raikkonen, no mesmo comunicado.

O site inglês “F1SA” publicou nesta quinta-feira a íntegra do depoimento de Nelsinho Piquet à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) sobre o caso do acidente deliberado do GP de Cingapura de 2008. O brasileiro admite a “armação” no documento. O Pombo traz abaixo a declaração completa feita pelo brasileiro, veja:

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Eu, Nelson Ângelo Piquet, nascido em 25 de julho de 1985 em Heidelberg, Alemanha, morando atualmente em Mônaco, disse o que segue:

1 – Salvo prova em contrário, os fatos e declarações contidas neste depoimento são baseadas em fatos e assuntos de meu conhecimento. Acredito que os fatos e declarações contidos neste depoimento são verdadeiros e corretos. Sempre que quaisquer fatos ou declarações não estiverem dentro de meu próprio conhecimento, eles serão verdadeiros ao melhor de meu conhecimento e crença e, se este for o caso, indico a fonte deste conhecimento e desta crença.

2 – Faço esta declaração voluntariamente à FIA, a fim de permitir que ela exerça suas funções de supervisão e regulamentação no que diz respeito ao Mundial de Fórmula 1.

3 – Estou ciente de que existe um acordo entre os participantes do Mundial de F-1 e todos os titulares tem sua superlicença para assegurar a justiça e a legitimidade do campeonato, e estou ciente das consequências caso forneça à FIA informações falsas ou enganosas.

4 – Entendo que a minha declaração completa foi gravada áudio e que uma transcrição completa será disponibilizada para mim e para a FIA. O documento constitui um resumo dos principais pontos abordados durante minha declaração verbal.

5 – Gostaria de trazer os seguintes fatos ao conhecimento da FIA.

6 – Durante o GP de Cingapura, realizado no dia 28 de setembro de 2008, fui convidado pelo Sr. Flavio Briatore, que é tanto meu ‘manager’ quanto diretor da equipe Renault, e pelo Sr. Pat Symonds, diretor técnico da mesma equipe, a bater deliberadamente meu carro, a fim de influenciar positivamente o desempenho da Renault no evento em questão. Concordei com esta proposta e conduzi meu carro para acertar o muro, provocando um acidente entre as voltas 13 e 14.

7 – A proposta de provocar deliberadamente um acidente me foi feita pouco antes da corrida, quando fui convocado pelo Sr. Briatore e pelo Sr. Symonds no escritório do Sr. Briatore. O Sr. Symonds, na presença do Sr. Briatore, perguntou se eu estaria disposto a sacrificar minha corrida pela equipe por um safety car. Todo piloto sabe que o safety car entra na pista quando há um acidente que a bloqueia ou joga detritos, ou quando há um carro parado onde é difícil resgatá-lo, como foi o caso.

8 – No momento da conversa, estava em um estado mental e emocional muito frágil. Este estado de espírito foi provocado pelo estresse intenso causado pelo fato de que o Sr. Briatore se recusou a informar da existência da renovação de meu contrato de piloto para 2009, como habitualmente ocorre no meio da temporada (entre julho ou agosto). Ao contrário, o Sr. Briatore repetidamente pediu-me para assinar uma “opção”, o que significava que eu não estava autorizado a negociar com outras equipes no mesmo período. Ele repetidamente me colocou sob pressão para prolongar a opção que tinha assinado, e iria me chamar regularmente em seu escritório para discutir a renovação, mesmo em dia de corrida – um momento que deveria ser apenas para concentração e relaxamento. Este esforço foi acentuado pelo fato de que, durante o GP de Cingapura, tinha me classificado em 16º no grid, então estava muito inseguro sobre meu futuro na Renault. Quando me pediram para bater o carro e provocar a entrada do ‘safety car’ a fim de ajudar a equipe, aceitei porque esperava que pudesse melhorar minha posição na equipe neste momento crítico da temporada. Em nenhum momento fui informado por qualquer pessoa que, ao concordar em provocar um incidente, eu teria garantido a renovação de meu contrato ou qualquer outra vantagem. No entanto, no contexto, pensei que seria útil para alcançar este objetivo. Por isso, concordei em provocar o incidente.

9- Após a reunião com o Sr. Briatore e o Sr. Symonds, o Sr. Symonds me puxou para um canto tranquilo e, usando um mapa, apontou-me para a curva exata da pista onde eu deveria bater. Esta curva foi escolhida porque aquele local específico não possui guindastes que permitiriam que um carro danificado pudesse ser rapidamente removido da pista, nem possui entradas laterais, o que permitiria que um fiscal pudesse empurrar rapidamente o carro para fora dela. Assim, considerou-se que um acidente neste lugar específico seria quase certo de provocar uma obstrução da pista e que, portanto, seria necessária a entrada do safety car a fim de permitir que a pista fosse limpa e para assegurar a continuidade da corrida.

10 – O Sr. Symonds também me disse em que volta exata, eu deveria provocar o incidente, de modo a proporcionar a meu companheiro de equipe, o Sr. Fernando Alonso, uma boa estratégia, já que ele faria seu reabastecimento pouco antes da entrada do safety car, durante a 12ª volta. A chave para a estratégia reside no fato de que o conhecimento de que o safety car entraria na pista entre as voltas 13 e 14 permitiu que a equipe fizesse no carro do Sr. Alonso uma estratégia agressiva de combustível, suficiente para chegar a 12 voltas, mas não muito mais. Isso permitiria que o Sr. Alonso ultrapassasse o máximo de carros possível, sabendo que os carros teriam dificuldade em recuperar o tempo perdido depois do pit stop devido à implantação posterior do safety car. A estratégia foi bem sucedida e o Sr. Alonso venceu o GP de Cingapura de F-1 de 2008.

11 – Durante as discussões, não foi feita qualquer menção de quaisquer preocupações no que diz respeito à segurança desta estratégia para mim, para os espectadores ou para os outros pilotos. O único comentário feito neste contexto foi realizado pelo Sr. Pat Symonds, que me alertou para “ter cuidado”, dizendo que não deveria me ferir.

12 – Intencionalmente causei o acidente, deixando o carro sair lateralmente pouco antes da curva. A fim de me certificar que eu provocaria o acidente durante a volta certa, perguntei para a minha equipe por diversas vezes, através do rádio, para confirmar o número da volta, algo que não faria normalmente. Não me feri no acidente, nem ninguém.

13 – Após as discussões com o Sr. Briatore e o Sr. Symonds a “estratégia do acidente” nunca foi discutida novamente. O Sr. Briatore discretamente disse “obrigado” após o final da corrida, sem falar mais nada. Não sei se alguém tinha conhecimento da estratégia no início da corrida.

14 – Após a corrida, informei ao Sr. Felipe Vargas, amigo da família, o fato de que o acidente tinha sido intencional. O Sr. Vargas ainda informou meu pai, o Sr. Nelson Piquet, algum tempo depois.

15 – Depois da corrida, vários jornalistas perguntaram sobre o acidente e me questionaram se eu havia feito de propósito, porque sentiram que era “suspeito”.

16 – Na minha equipe, o engenheiro do carro questionou a natureza do incidente, porque achou incomum, e respondi que tinha perdido o controle do carro. Acredito que um engenheiro inteligente notaria que os dados de telemetria indicariam que o acidente foi causado de propósito, já que continuei acelerando, enquanto que o “normal” seria frear o mais rapidamente possível.

Declaração de Verdade

Acredito e juro que os fatos citados nesta declaração são verdadeiros.

Este depoimento foi feito na sede da FIA em Paris, no dia 30 de julho de 2009, na presença do Sr. Alan Donnelly (chefe dos comissários da FIA), Sr. Martin Smith e Sr. Jacob Marsh (ambos investigadores da empresa Quest, mantidos pela FIA para ajudar na investigação). As notas foram tomadas pela Sra. Dondnique Costesec (Sidley Austin LLP).

Assinado:

Nelson Piquet Jr.”

Agora esperamos para ver quais serão as punições para todos os envolvidos no caso. Na sua opinião, Nelsinho deveria receber alguma punição? Comente…

0,,21737464,00A vitória no GP da Europa, em Valência, na Espanha por Rubens Barrichello não era esperada pelos brasileiros e acredito que nem por ele era esperado esse ótimo resultado. Largando no terceiro lugar no grid, o brasileiro fez uma corrida impecável, voou baixo para conquistar a décima de sua carreira.

“Todas as minhas vitórias parecem ser muito emotivas”, disse. “Essa vai para todos que me ajudaram, não vejo a hora de voltar ao Brasil e escutar a musiquinha (com o tema da vitória)”. Disse o piloto sobre a marca da 100ª corrida vencida por um brasileiro.

Barrichello não conseguiu esconder a alegria no pódio. A animação era transparente; sambou, festejou com toda a equipe e comemorou a volta à vice-liderança no campeonato.

Com a primeira vitória no ano, Rubens Barrichello chegou aos 54 pontos. Ele reduziu a vantagem de Jenson Button, que tem agora 72. Mark Webber, da RBR, se mantém em terceiro, apesar de não ter pontuado, com 51,5 pontos. Sebastian Vettel, companheiro do australiano, abandonou e ficou com os 47. A próxima corrida da temporada será disputada na Bélgica, em uma semana, no dia 30 de agosto.

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Boa sorte Rubens, o Pombo está com você, o representante brasileiro na Fórmula 1 no restante da temporada.

Após sofrer um grave acidente, Felipe Massa está de volta, para a alegria de todos os brasileiros. O piloto chegou nessa segunda-feira ao Brasil e deu uma entrevista em que agradece o carinho dos fãs. O Pombo traz essa entrevista para vocês, assista abaixo:

18701157Uma nota oficial divulgada pela Ferrari nesta quarta-feira confirmou a informação de que Michael Schumacher será o substituto de Felipe Massa no GP da Europa, em Valência, no dia 23 de agosto.

A escuderia Ferrari decidiu confiar a Michael Schumacher o carro de Felipe Massa até que o piloto brasileiro possa voltar a correr – diz a nota oficial.

Schumacher, de 40 anos, vinha trabalhando como conselheiro da equipe e começará a fazer nos próximos dias um período de preparação para poder voltar a pilotar na próxima etapa.

A Ferrari encontrou um piloto à altura para substituir Felipe Massa, agora vamos ver se o alemão tem braço mesmo e consegue bons resultados com o fraco carro da Ferrari de 2009. O que você acha? Comente…